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VASSOURAS E ESPADAS. Texto ...
VASSOURAS E ESPADAS. Texto (divertido)
VASSOURAS E ESPADAS. Texto (divertido)
Era uma vez dois mercadores que moravam na mesma rua. Um tinha sete filhos e o outro tinha sete filhas. Todos os dias o pai dos sete filhos cumprimentava o outro falando: bom dia mercador das setes vassouras! O pai das sete filhas detestava esse cumprimento e ficava com muita raiva do outro por isso.
Um dia a filha mais nova que tinha dezessete anos falou para o pai: quando ele lhe falar assim responda: bom dia mercador das sete espadas! Vamos fazer uma aposta, peguemos minha ltima vassoura e a sua primeira espada e vejamos quem consegue pegar primeiro o cetro e a coroa do rei da Frana e traz-los at aqui. Se minha filha vencer voc me entrega toda a sua mercadoria e se seu filho vencer perderei toda a minha mercadoria. Assim que ele aceitar obrigue-o a assinar um contrato imediatamente. O pai ficou de boca aberta ao ouvir o que a filha dizia.
Mas, minha filha, o que est dizendo? Quer que eu perca todas as minhas coisas?
Papai, no tenha medo, deixe por minha conta, pense apenas em fazer a aposta que do resto cuido eu.
No dia seguinte, como de costume, quando se encontraram o mercador falou: bom dia, mercador das sete vassouras! e ele, rpido: bom dia, mercador das sete espadas. Faamos uma aposta, pego minha ltima vassoura e voc sua primeira espada, damos um cavalo e uma bolsa de dinheiro a cada um. Vejamos qual deles consegue nos trazer a coroa e o cetro do rei da Frana. Apostemos toda a nossa mercadoria, se minha filha vencer pego todas as suas coisas, se o seu filho vencer voc pega todas as minhas coisas.
O outro mercador o encarou por um momento, depois explodiu na risada.
Como , ficou com medo, no confia no seu filho, provocou o pai das sete filhas.
E o outro, apanhado de surpresa, disse: por mim aceito, assinemos logo o contrato, e faamos que partam imediatamente. E foi logo contar tudo ao filho mais velho.
O rapaz adorou a novidade, achando que viajaria com a moa que era muito bonita, porm, na hora da partida a viu chegar vestida de homem montada em uma potra branca e no entendeu nada!
Dada a partida, a moa partiu galope e o cavalo do rapaz estava com dificuldade de alcan-la. Para chegar a Frana era necessrio passar por um bosque escuro, sem estradas nem atalhos. A potra se enfiou no bosque como se estivesse em casa.
O filho do mercador, ao contrrio, no sabia por onde conduzir seu grande cavalo, se enroscava nas moitas e se atrapalhava todo.
A moa superou o bosque e galopava longe.
Depois era preciso transpor uma montanha cheia de abismos e despenhadeiros. A moa atingiu o incio da encosta, quando ouviu o galope do grande cavalo do filho do mercador, a potra enfrentou a subida como se estivesse em casa, saltou em meio aos pedregulhos e achou o caminho. O jovem, ao contrrio, empurrava seu cavalo fora de puxes das rdeas e acabou por deix-lo manco. Ento, era necessrio atravessar um rio, e de novo, como se estivesse em casa a potra acertou o local de entrar na gua e conseguiu passar sem grandes problemas.
J o rapaz, quando chegou na parte do rio entrou na parte mais funda e o cavalo comeou a afundar. Para no morrer afogado precisou voltar.
Em Paris, vestida de homem a moa apresentou-se no castelo dizendo se chamar Temperino. Ela disse que era um soldado e pediu trabalho no castelo.
Em pouco tempo ela se destacou no seu trabalho e foi designada para cuidar da guarda do rei, que assim que a viu ficou muito intrigado e falou com sua me: mame, repare nesse soldado Temperino. H qualquer coisa que no me convence, tem mos delicadas, tem cintura fina, toca e canta, sabe ler e escrever! Temperino a mulher que me faz suspirar!
Meu filho, voc est louco, respondeu a rainha me.
Mame, mulher, garanto-lhe! O que posso fazer pra ter certeza?
H um jeito, disse a rainha me. V caar com ele. Se for atrs de codornas, uma mulher, que s tem cabea pros assados. Se for atrs dos pintassilgos um homem que s tem cabea pro prazer da caa.
E assim o rei deu um fuzil a Temperino e o levou para caar com ele. O rei para induzi-lo ao erro ps-se a disparar s contra as codornas.
Majestade, disse Temperino, permita-me uma ousadia, j tem o suficiente para um assado, dispare tambm contra os pintassilgos pois mais difcil.
Quando o rei retornou casa disse me: sim, ele s disparava contra os pintassilgos e no contra as codornas, mas no estou convencido! Tem mos delicadas, tem cintura fina, toca e canta, sabe ler e escrever. Temperino a mulher que me faz sonhar!
Meu filho, tente de novo, disse a rainha. Leve-o horta para colher verduras, se a colher bem em cima mulher, pois ns, mulheres, temos mais pacincia. Se a arrancar com todas as razes um homem!
O rei se dirigiu horta e Temperino se ps a arrancar ps inteiros de verduras, bem depressa conseguiu encher um cesto inteiro de verduras, arrancando-as com razes e terra grudada. O rei estava desesperado, mas no se rendia. Tem mos delicadas...
Era uma vez dois mercadores que moravam na mesma rua. Um tinha sete filhos e o outro tinha sete filhas. Todos os dias o pai dos sete filhos cumprimentava o outro falando: bom dia mercador das setes vassouras! O pai das sete filhas detestava esse cumprimento e ficava com muita raiva do outro por isso.
Um dia a filha mais nova que tinha dezessete anos falou para o pai: quando ele lhe falar assim responda: bom dia mercador das sete espadas! Vamos fazer uma aposta, peguemos minha ltima vassoura e a sua primeira espada e vejamos quem consegue pegar primeiro o cetro e a coroa do rei da Frana e traz-los at aqui. Se minha filha vencer voc me entrega toda a sua mercadoria e se seu filho vencer perderei toda a minha mercadoria. Assim que ele aceitar obrigue-o a assinar um contrato imediatamente. O pai ficou de boca aberta ao ouvir o que a filha dizia.
Mas, minha filha, o que est dizendo? Quer que eu perca todas as minhas coisas?
Papai, no tenha medo, deixe por minha conta, pense apenas em fazer a aposta que do resto cuido eu.
No dia seguinte, como de costume, quando se encontraram o mercador falou: bom dia, mercador das sete vassouras! e ele, rpido: bom dia, mercador das sete espadas. Faamos uma aposta, pego minha ltima vassoura e voc sua primeira espada, damos um cavalo e uma bolsa de dinheiro a cada um. Vejamos qual deles consegue nos trazer a coroa e o cetro do rei da Frana. Apostemos toda a nossa mercadoria, se minha filha vencer pego todas as suas coisas, se o seu filho vencer voc pega todas as minhas coisas.
O outro mercador o encarou por um momento, depois explodiu na risada.
Como , ficou com medo, no confia no seu filho, provocou o pai das sete filhas.
E o outro, apanhado de surpresa, disse: por mim aceito, assinemos logo o contrato, e faamos que partam imediatamente. E foi logo contar tudo ao filho mais velho.
O rapaz adorou a novidade, achando que viajaria com a moa que era muito bonita, porm, na hora da partida a viu chegar vestida de homem montada em uma potra branca e no entendeu nada!
Dada a partida, a moa partiu galope e o cavalo do rapaz estava com dificuldade de alcan-la. Para chegar a Frana era necessrio passar por um bosque escuro, sem estradas nem atalhos. A potra se enfiou no bosque como se estivesse em casa.
O filho do mercador, ao contrrio, no sabia por onde conduzir seu grande cavalo, se enroscava nas moitas e se atrapalhava todo.
A moa superou o bosque e galopava longe.
Depois era preciso transpor uma montanha cheia de abismos e despenhadeiros. A moa atingiu o incio da encosta, quando ouviu o galope do grande cavalo do filho do mercador, a potra enfrentou a subida como se estivesse em casa, saltou em meio aos pedregulhos e achou o caminho. O jovem, ao contrrio, empurrava seu cavalo fora de puxes das rdeas e acabou por deix-lo manco. Ento, era necessrio atravessar um rio, e de novo, como se estivesse em casa a potra acertou o local de entrar na gua e conseguiu passar sem grandes problemas.
J o rapaz, quando chegou na parte do rio entrou na parte mais funda e o cavalo comeou a afundar. Para no morrer afogado precisou voltar.
Em Paris, vestida de homem a moa apresentou-se no castelo dizendo se chamar Temperino. Ela disse que era um soldado e pediu trabalho no castelo.
Em pouco tempo ela se destacou no seu trabalho e foi designada para cuidar da guarda do rei, que assim que a viu ficou muito intrigado e falou com sua me: mame, repare nesse soldado Temperino. H qualquer coisa que no me convence, tem mos delicadas, tem cintura fina, toca e canta, sabe ler e escrever! Temperino a mulher que me faz suspirar!
Meu filho, voc est louco, respondeu a rainha me.
Mame, mulher, garanto-lhe! O que posso fazer pra ter certeza?
H um jeito, disse a rainha me. V caar com ele. Se for atrs de codornas, uma mulher, que s tem cabea pros assados. Se for atrs dos pintassilgos um homem que s tem cabea pro prazer da caa.
E assim o rei deu um fuzil a Temperino e o levou para caar com ele. O rei para induzi-lo ao erro ps-se a disparar s contra as codornas.
Majestade, disse Temperino, permita-me uma ousadia, j tem o suficiente para um assado, dispare tambm contra os pintassilgos pois mais difcil.
Quando o rei retornou casa disse me: sim, ele s disparava contra os pintassilgos e no contra as codornas, mas no estou convencido! Tem mos delicadas, tem cintura fina, toca e canta, sabe ler e escrever. Temperino a mulher que me faz sonhar!
Meu filho, tente de novo, disse a rainha. Leve-o horta para colher verduras, se a colher bem em cima mulher, pois ns, mulheres, temos mais pacincia. Se a arrancar com todas as razes um homem!
O rei se dirigiu horta e Temperino se ps a arrancar ps inteiros de verduras, bem depressa conseguiu encher um cesto inteiro de verduras, arrancando-as com razes e terra grudada. O rei estava desesperado, mas no se rendia. Tem mos delicadas...
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